Olá Oryanna. Seu post caiu do céu pra mim, hoje... eu preciso conversar com alguém sobre esse assunto. Estou em outro país (frança), conheci uma moça autista e estava afixionado por ela, com sintomas fortes de limerência. Mas lendo o seu texto vi a perspectiva dela. Eu preciso muito respeitar isso, porque o relacionamento com a moça é impossível no momento. Eu li seu texto e associo com muitas coisas que ela me disse sobre si mesma. Eu estou sofrendo por precisar me afastar dela, mas acho que será o melhor para nós dois. Obrigado pela partilha.
Curioso você escrever isso, pois do nosso jeito somos " normai", nāo é?! Mas dentro de normalidade neutípica crescemos nos sentindo anormais e lutando para atingir um nível mínimo de normalidade! E estar sozinho nessa luta nos fez crer que éramos únicos e estávamos sozinhos nessa experiência.
Fico feliz o texto tenha ajudado Gabriel. O amor para neurodivergentes é difícil. Mas nāo é impossível. Obrigada por compartilhar sua experiência. É sempre bom saber que nāo estamos sozinhos.
Olá Oryanna. Seu post caiu do céu pra mim, hoje... eu preciso conversar com alguém sobre esse assunto. Estou em outro país (frança), conheci uma moça autista e estava afixionado por ela, com sintomas fortes de limerência. Mas lendo o seu texto vi a perspectiva dela. Eu preciso muito respeitar isso, porque o relacionamento com a moça é impossível no momento. Eu li seu texto e associo com muitas coisas que ela me disse sobre si mesma. Eu estou sofrendo por precisar me afastar dela, mas acho que será o melhor para nós dois. Obrigado pela partilha.
Obrigada por esse texto! me sinto um pouco mais "normal" (dentro do autismo).
Curioso você escrever isso, pois do nosso jeito somos " normai", nāo é?! Mas dentro de normalidade neutípica crescemos nos sentindo anormais e lutando para atingir um nível mínimo de normalidade! E estar sozinho nessa luta nos fez crer que éramos únicos e estávamos sozinhos nessa experiência.
Fico feliz o texto tenha ajudado Gabriel. O amor para neurodivergentes é difícil. Mas nāo é impossível. Obrigada por compartilhar sua experiência. É sempre bom saber que nāo estamos sozinhos.