Falo que não importa. Qualquer coisa é melhor do que a campa. O limiar exorta, lustra, inventa. Oferenda arranjada no alguidar o coração adota qualquer crença. Prostra-se perante, performa o rito, incrementa o jargão, e doutrina a língua para suprimir o mito com a estampa de um rosto sobre a solidão contígua.




