Mina, meu anjo cinzento, que não havia dado as casa por aqui ainda!
Teu manto seda, nebulosa esvoaça a retina. Teu pranto lua vaporosa etérea serpentina. Fitas na voragem delírio edificado, engendrado oásis. Rompendo a caligem monumento caiado, : minha poiésis. Fitas em pranto inverossímil suvenir, excêntrico mausoléu a tudo quanto eu poderia urdir a partir de um carretel de sonhos!



