O Sentinela em Chamas: Entre a Pesquisa, o Algoritmo e a Soberania
Este vídeo que vocês veem agora não é apenas um adereço visual; é o resultado de uma escavação. Ele nasceu de uma imagem que construímos — eu e a inteligência artificial, em um diálogo de prompts e refinamentos — inspirada pelo ensaio sobre Charlotte Brontë e Gênero, postado esta semana. A estética argilosa, seca e azul, nasceu em um processo semelhante para um dos poemas já analisados nesta jornada de mais de um ano no Substack.




