
A Quebra da Couraça: O Diagnóstico de Autismo e o Poder da Vulnerabilidade
Eu tive um sonho esta noite. E acordei com uma ferida aberta, cuja sutura só pode ser feita pela escrita incisiva que manuseia um fiapo de entendimento para lá e para cá numa costura ébria, aparentemente, pelas obras de Amy Cuddy, Brené Brown e Stanley Keleman. É como se minhas mãos trêmulas buscassem sustentação nos textos lidos e, à medida que um puxa o outro, o fiapo de entendimento vai se expandindo e fortalecendo em uma linha resistente que sustentaria todo o meu peso rendido em um choro catártico. Mas antes da catarse, havia o sonho, confuso, pegajoso, modorrento e ansioso. E de algum modo, ele encontrou a ideia antiga de expor a minha vulnerabilidade.



