E ajoelhada reverencias o simulacro da beleza entre as tantas heresias deste charco de tristeza. E te ocupas de vazio, o nada que não abarco. Empunhadura do desvio, es arqueira e és o arco. Cotejas o meu barroco com o teu minimalismo. O simulacro: teu escopo. Tua função: cataclismo. Pífio decalque se esboroa sob o estridor da flecha. Meu clamor, tíbia garoa, purga esta última pecha. E antes que eu deprave teu rito, um suave vagar ! E reverencias o entrave ceifado para o despertar
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