<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" version="2.0" xmlns:itunes="http://www.itunes.com/dtds/podcast-1.0.dtd" xmlns:googleplay="http://www.google.com/schemas/play-podcasts/1.0"><channel><title><![CDATA[Oryanna Borges: Clipoemas]]></title><description><![CDATA[Poesia é imagem!  Os clipoemas visam ampliar as dimensões da poesia de Oryanna Borges. Deixe suas impressões, por favor. ]]></description><link>https://www.oryannaborges.com/s/clipoemas</link><image><url>https://substackcdn.com/image/fetch/$s_!s4mi!,w_256,c_limit,f_auto,q_auto:good,fl_progressive:steep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2F44503f51-4e8b-4aea-aadb-33b97fb8ff57_256x256.png</url><title>Oryanna Borges: Clipoemas</title><link>https://www.oryannaborges.com/s/clipoemas</link></image><generator>Substack</generator><lastBuildDate>Tue, 19 May 2026 11:26:23 GMT</lastBuildDate><atom:link href="https://www.oryannaborges.com/feed" rel="self" type="application/rss+xml"/><copyright><![CDATA[Oryanna Borges]]></copyright><language><![CDATA[pt-br]]></language><webMaster><![CDATA[oryannaborges@substack.com]]></webMaster><itunes:owner><itunes:email><![CDATA[oryannaborges@substack.com]]></itunes:email><itunes:name><![CDATA[Oryanna Borges]]></itunes:name></itunes:owner><itunes:author><![CDATA[Oryanna Borges]]></itunes:author><googleplay:owner><![CDATA[oryannaborges@substack.com]]></googleplay:owner><googleplay:email><![CDATA[oryannaborges@substack.com]]></googleplay:email><googleplay:author><![CDATA[Oryanna Borges]]></googleplay:author><itunes:block><![CDATA[Yes]]></itunes:block><item><title><![CDATA[Breve Elegia]]></title><description><![CDATA[Breve elegia, o poema, existe desde 2008. Foi quase cuspido, t&#227;o naturalmente surgiu! O video foi realizado em 2020.]]></description><link>https://www.oryannaborges.com/p/breve-elegia</link><guid isPermaLink="false">https://www.oryannaborges.com/p/breve-elegia</guid><dc:creator><![CDATA[Oryanna Borges]]></dc:creator><pubDate>Fri, 18 Jul 2025 01:22:14 GMT</pubDate><enclosure url="https://api.substack.com/feed/podcast/168598706/4c1eee3af58f3fea98139559b840d943.mp3" length="0" type="audio/mpeg"/><content:encoded><![CDATA[<p>Breve elegia, o v&#237;deo, &#233; despretensioso. O  poema, por outro lado, condensa muito em poucas palavras.  </p>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Série de Amor e Alguns Ismos: Poesia Visual, Surrealismo, Ilusão ]]></title><description><![CDATA[Exerc&#237;cio audiovisual de mais um poema que estar&#225; em Abyssalia, livro a ser lan&#231;ado em novembro.]]></description><link>https://www.oryannaborges.com/p/serie-de-amor-e-alguns-ismos-poesia</link><guid isPermaLink="false">https://www.oryannaborges.com/p/serie-de-amor-e-alguns-ismos-poesia</guid><dc:creator><![CDATA[Oryanna Borges]]></dc:creator><pubDate>Thu, 10 Jul 2025 22:39:28 GMT</pubDate><enclosure url="https://api.substack.com/feed/podcast/168029231/3ef4d49fd71adfbe092b59f42ee5bd41.mp3" length="0" type="audio/mpeg"/><content:encoded><![CDATA[<p></p>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Açude de Mágoa ]]></title><description><![CDATA[Exerc&#237;cio audiovisual em um universo de melancolia]]></description><link>https://www.oryannaborges.com/p/acude-de-magoa-b69</link><guid isPermaLink="false">https://www.oryannaborges.com/p/acude-de-magoa-b69</guid><dc:creator><![CDATA[Oryanna Borges]]></dc:creator><pubDate>Thu, 03 Jul 2025 14:33:17 GMT</pubDate><enclosure url="https://substack-post-media.s3.amazonaws.com/public/images/4801c89a-719d-48a1-8016-b413444c904f_644x1276.png" length="0" type="image/jpeg"/><content:encoded><![CDATA[<div class="native-video-embed" data-component-name="VideoPlaceholder" data-attrs="{&quot;mediaUploadId&quot;:&quot;a39bcc15-9f8c-46e9-a286-38cbf94acc3b&quot;,&quot;duration&quot;:null}"></div><p></p><p>Leia o poema na Se&#231;&#227;o<a href="https://open.substack.com/pub/oryannaborges/p/acude-de-magoa?r=52ey5n&amp;utm_campaign=post&amp;utm_medium=web&amp;showWelcomeOnShare=false"> Pers&#233;fone EM Hades</a></p><div class="subscription-widget-wrap-editor" data-attrs="{&quot;url&quot;:&quot;https://www.oryannaborges.com/subscribe?&quot;,&quot;text&quot;:&quot;Inscreva-se&quot;,&quot;language&quot;:&quot;pt-br&quot;}" data-component-name="SubscribeWidgetToDOM"><div class="subscription-widget show-subscribe"><div class="preamble"><p class="cta-caption">Este Substack &#233; apoiado pelos Leitores. Para receber novos posts e apoiar meu trabalho, considere tornar-se um assinante gratuito ou com assinatura paga.</p></div><form class="subscription-widget-subscribe"><input type="email" class="email-input" name="email" placeholder="Digite seu e-mail&#8230;" tabindex="-1"><input type="submit" class="button primary" value="Inscreva-se"><div class="fake-input-wrapper"><div class="fake-input"></div><div class="fake-button"></div></div></form></div></div>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Ocupação ]]></title><description><![CDATA[E a postagem desencadeou alguns insights!]]></description><link>https://www.oryannaborges.com/p/ocupacao</link><guid isPermaLink="false">https://www.oryannaborges.com/p/ocupacao</guid><dc:creator><![CDATA[Oryanna Borges]]></dc:creator><pubDate>Tue, 01 Apr 2025 14:33:45 GMT</pubDate><enclosure url="https://api.substack.com/feed/podcast/160184351/f249784b1f1abfa4d22909e7c0a9f04e.mp3" length="0" type="audio/mpeg"/><content:encoded><![CDATA[<p></p><p>Ao reler, &#224; luz do meu diagn&#243;stico de TEA, tudo o que escrevi em mais de trinta anos, &#233; n&#237;tida a luta para processar a intensidade e o teor dos sentimentos. Mas para al&#233;m dessa &#243;bvia elabora&#231;&#227;o, que deve ser comum a todo poeta, est&#225; o poema como um ritual de liberta&#231;&#227;o. E Ocupa&#231;&#227;o &#233; a express&#227;o perfeita dessa constata&#231;&#227;o porque ele finda um ritual executado por meses, e planejado por cerca de 9 anos.</p><p>Pers&#233;fone EM Hades &#233; a confronta&#231;&#227;o de uma tend&#234;ncia de existir em um molde. Eu definitivamente n&#227;o me conformo a moldes, e este em particular, especificamente para meu caso, foi moldado em padr&#245;es obsoletos e ideias falidas. Mas uma parte minha desejava desesperadamente me encaixar para poder ocupar um lugar no mundo. Falhei miseravelmente! </p><p>A submiss&#227;o a ideias pr&#233;-fabricadas requer compreender que este &#233; um mundo de apar&#234;ncias. Muito se esconde nos cantos escuros da apar&#234;ncia de normalidade,  e  uma pessoa habituada ao mascaramento de suas peculiaridades, ironicamente &#8211; ou intuitivamente - pode odiar esse viver de apar&#234;ncias. Se o sentir &#233; abissal para o autista, o n&#227;o sentir &#233; desestruturador. Especialmente quando a apar&#234;ncia de normalidade &#233; sentir. Ent&#227;o, quando afirmo no primeiro poema de Pers&#233;fone em Hades &#8220;Desliza ao meu redor como sobre qualquer superf&#237;cie. N&#227;o afunda nas dobras, nem percebe as sombras que aprofunda&#8221;, essa frouxid&#227;o no amor, que ofende, como j&#225; aventara Bocage, desvela um apinhado de apar&#234;ncias que sustenta um simulacro de vida. E a frouxid&#227;o no amor &#233; uma ofensa que abre fissuras nas estruturas mais imperme&#225;veis que uma conven&#231;&#227;o social pode erigir. O n&#227;o sentir aciona a raz&#227;o, que suspende o sentir por um tempo, e reordena o mundo em caos como uma sequ&#234;ncia de palavras em confortante alitera&#231;&#227;o. E ao fazer isso evito o desmoronamento do eu, que assim como o mundo de apar&#234;ncias, erigi de um empilhamento de m&#225;scaras. Talvez a completa abje&#231;&#227;o a esse mundo &#8220;para ingl&#234;s ver&#8221; venha justamente de n&#227;o poder saber o que &#233; verdadeiro. Assim como no meu arsenal de m&#225;scaras, h&#225; uma para cada ocasi&#227;o e, sobrepostas, fica dif&#237;cil saber se h&#225; algo real por baixo. Talvez haja s&#243; o oco. O vazio absoluto que nada representa! Talvez nunca seja poss&#237;vel remover todas. Talvez a &#250;ltima- ou primeira - esteja t&#227;o aderida ao que quer que haja por baixo nem seja mais poss&#237;vel remover sem grandes preju&#237;zos ps&#237;quicos. E tudo o que eu busco na alitera&#231;&#227;o, na rima, no encadeamento sonoramente aceit&#225;vel dos gritos que me mant&#233;m acordada nessa caixa craniana, &#233; me manter psiquicamente saud&#225;vel. Por isso, ao reler Ocupa&#231;&#227;o, e ciente de que Pers&#233;fone em Hades n&#227;o s&#243; nasceu para ser um livro ilustrado, como nasceu para ter continua&#231;&#227;o, percebo que ao fim de um longo ritual de exorcismo das idea&#231;&#245;es de amor, conclu&#237; que precisava de uma m&#225;scara. Uma m&#225;scara de poeta, talvez, j&#225; que justamente este livro me levou a descobrir que &#8220;meu verso &#233; passagem&#8221;. Se preciso ir a algum lugar e passar por isto ou aquilo, nada como uma m&#225;scara de poeta, n&#227;o &#233; mesmo?</p><p>E assim, de uma postagem no Substack nasce o caminho para a continua&#231;&#227;o. Despir as m&#225;scaras ser&#225; mais dif&#237;cil do que encarar o passado e escrever TEA menina? A verdade &#233; que sem a muleta das conven&#231;&#245;es sociais que norteiam a vida ela fica bem vazia. Este vazio debaixo das m&#225;scaras j&#225; foi perscrutado por Scarlet Moon, minha personagem. E Luna, sua contraparte fr&#225;gil vai encarar esse vazio, como a crian&#231;a que nunca fui. Pers&#233;fone EM Hades &#233; sobre a mulher que eu preciso ser. H&#225; muito vazio entre esses extremos. E s&#243; sei transpor abismos conjurando palavras. </p>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Couraça]]></title><description><![CDATA[Coura&#231;a, o v&#237;deo, inspirou-se no poema hom&#244;nimo da obra Pers&#233;fone EM Hades. O poema escrutina idea&#231;&#245;es de amor e o v&#237;deo escarifica o corpo.]]></description><link>https://www.oryannaborges.com/p/couraca</link><guid isPermaLink="false">https://www.oryannaborges.com/p/couraca</guid><dc:creator><![CDATA[Oryanna Borges]]></dc:creator><pubDate>Sat, 15 Feb 2025 15:07:46 GMT</pubDate><enclosure url="https://substackcdn.com/image/youtube/w_728,c_limit/1UmdVuvcJ6A" length="0" type="image/jpeg"/><content:encoded><![CDATA[<p></p><div id="youtube2-1UmdVuvcJ6A" class="youtube-wrap" data-attrs="{&quot;videoId&quot;:&quot;1UmdVuvcJ6A&quot;,&quot;startTime&quot;:null,&quot;endTime&quot;:null}" data-component-name="Youtube2ToDOM"><div class="youtube-inner"><iframe src="https://www.youtube-nocookie.com/embed/1UmdVuvcJ6A?rel=0&amp;autoplay=0&amp;showinfo=0&amp;enablejsapi=0" frameborder="0" loading="lazy" gesture="media" allow="autoplay; fullscreen" allowautoplay="true" allowfullscreen="true" width="728" height="409"></iframe></div></div><p>title="YouTube video player" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;</p><div class="subscription-widget-wrap-editor" data-attrs="{&quot;url&quot;:&quot;https://www.oryannaborges.com/subscribe?&quot;,&quot;text&quot;:&quot;Inscreva-se&quot;,&quot;language&quot;:&quot;pt-br&quot;}" data-component-name="SubscribeWidgetToDOM"><div class="subscription-widget show-subscribe"><div class="preamble"><p class="cta-caption">Oryanna Borges &#233; uma publica&#231;&#227;o apoiada pelos leitores. 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Of&#233;lia em transe...]]></description><link>https://www.oryannaborges.com/p/cocito</link><guid isPermaLink="false">https://www.oryannaborges.com/p/cocito</guid><dc:creator><![CDATA[Oryanna Borges]]></dc:creator><pubDate>Thu, 16 Jan 2025 22:25:36 GMT</pubDate><enclosure url="https://substack-post-media.s3.amazonaws.com/public/images/79a2355e-8516-4d39-bd12-e1ae6284eb04_420x300.png" length="0" type="image/jpeg"/><content:encoded><![CDATA[<div class="native-video-embed" data-component-name="VideoPlaceholder" data-attrs="{&quot;mediaUploadId&quot;:&quot;f323f5c5-e0a1-497b-9f33-2d617e7867f9&quot;,&quot;duration&quot;:null}"></div><p></p><p class="button-wrapper" data-attrs="{&quot;url&quot;:&quot;https://www.oryannaborges.com/subscribe?&quot;,&quot;text&quot;:&quot;Assine agora&quot;,&quot;action&quot;:null,&quot;class&quot;:null}" data-component-name="ButtonCreateButton"><a class="button primary" href="https://www.oryannaborges.com/subscribe?"><span>Assine agora</span></a></p><div class="preformatted-block" data-component-name="PreformattedTextBlockToDOM"><label class="hide-text" contenteditable="false">Text within this block will maintain its original spacing when published</label><pre class="text">O manto, ira que espuma,

adensa o rio, e n&#227;o permite

a imers&#227;o, s&#243; flutuar.

S&#250;bito o frio arrebenta

cada fibra a me esquentar.



Of&#233;lia! Of&#233;lia em transe

inflada de desencanto.

As vestes, p&#233;talas di&#225;fanas,

beatificam a flor descorada

Ambas perdemos perfumes

na untuosidade subliminar.



O frio, &#225;spera gaze, atrela

a mat&#233;ria ao improv&#225;vel

e invocamos as regalias

an&#243;dinas do acalanto.



Oh, desamparo inef&#225;vel

que faz tudo naufragar !



As vestes, n&#225;car, pranto,

queratina, ancoram sua voz

no limo. E a minha goteja

na fundura menina onde ela

vai se afogar.



Flutuo guarnecida

cora&#231;&#227;o hum&#237;limo

a me espancar.



Perl&#237;fera refus&#227;o, gema

de encastrar no &#237;ntimo,

adere &#224; minha diadema

a cada imers&#227;o de Of&#233;lia.



&#192; tona no verso p&#237;fio,

eu, negra cam&#233;lia,

cuspo na margem

tinjo, na fimbria do ser,

um epit&#225;fio.



</pre></div><p class="button-wrapper" data-attrs="{&quot;url&quot;:&quot;https://www.oryannaborges.com/p/cocito/comments&quot;,&quot;text&quot;:&quot;Deixe um coment&#225;rio&quot;,&quot;action&quot;:null,&quot;class&quot;:null}" data-component-name="ButtonCreateButton"><a class="button primary" href="https://www.oryannaborges.com/p/cocito/comments"><span>Deixe um coment&#225;rio</span></a></p><div class="subscription-widget-wrap-editor" data-attrs="{&quot;url&quot;:&quot;https://www.oryannaborges.com/subscribe?&quot;,&quot;text&quot;:&quot;Inscreva-se&quot;,&quot;language&quot;:&quot;pt-br&quot;}" data-component-name="SubscribeWidgetToDOM"><div class="subscription-widget show-subscribe"><div class="preamble"><p class="cta-caption">Oryanna Borges is a reader-supported publication. 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Fique &#224; vontade para deixar sua opini&#227;o. </p><p><strong>Ecdise</strong></p><p>Estertor de esponja<br>Auge pruriginoso<br>&#224; s&#250;bita ci&#234;ncia<br>deste confinamento.<br>Intumesc&#234;ncia bruta<br>insurge na coura&#231;a.<br>Cat&#225;rtico advento</p><p>A tudo que constrinja<br>o incha&#231;o cioso<br>de estar e existir<br>cumpre o rompimento<br>E pela rachadura<br>o que se alvoro&#231;a<br>&#233; tenro, violento</p><p>afeito &#224; peleja<br>e ao sair de si<br>expondo pele fina</p><p>Parto de mim, sozinha<br>e essa carne mole<br>h&#225; de ganhar escama<br>n&#225;car, pelo, espinha</p><p>Por&#233;m, livre voeja,<br>sem que eu a disperse<br>ou perscrute, quimera, <br>alvor que adivinha<br>o anseio perene<br>pela sedosa pluma<br>sobre a carapinha</p><div class="subscription-widget-wrap-editor" data-attrs="{&quot;url&quot;:&quot;https://www.oryannaborges.com/subscribe?&quot;,&quot;text&quot;:&quot;Inscreva-se&quot;,&quot;language&quot;:&quot;pt-br&quot;}" data-component-name="SubscribeWidgetToDOM"><div class="subscription-widget show-subscribe"><div class="preamble"><p class="cta-caption">Escapat&#243;ria&#8217;s Substack &#233; uma publica&#231;&#227;o apoiada pelos leitores. 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